Brasil diz Que Não Há Justificativas para Tarifas Impostas pelos EUA

O governo brasileiro divulgou nota repudiando a decisão dos Estados Unidos (EUA), anunciada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos vindos do Brasil. A medida estadunidense passa a valer a partir do próximo dia 22, com base em investigações feitas por Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR).

A nota, assinada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, destaca que o Brasil não reconhece a legitimidade dessas investigações, que não teriam amparo nas regras multilaterais de comércio. E acrescenta que não há justificativa para medidas unilaterais dos Estados Unidos contra o Brasil.

“O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”.

A nota diz ainda que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada “imediatamente”, além de instrumentos para solução de conflitos no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC).

“O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC”.

Alegações

A investigação iniciada há um ano pelo USTR concluiu que certas práticas brasileiras são descabidas e oneram ou restringem o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses.

Entre as medidas citadas pelo USTR estão “práticas de comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais injustas; interferência anticorrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal”.

Em sua defesa, no entanto, o governo brasileiro diz que as alegações contra o Pix e a regulação de plataformas digitais são descabidas.

“Bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O Pix é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas”, informa a nota.

Além disso, segue a nota, “a liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros”.

De acordo com a nota do governo brasileiro, nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, houve 78 intervenções de representantes do setor privado dos dois países, das quais 63 foram contrárias ao tarifaço estadunidense.

“Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil. Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%”, diz a nota da Presidência.

A nota conclui informando que o Brasil continuará adotando medidas para reduzir os danos causados à economia do país e aos brasileiros e que seguirá buscando diversificar parceiros comerciais para abrir novos mercados para os produtos brasileiros.

“Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional”.

Fonte: Aduaneiras

Aeronaves, Óleo, Café e Carne Estão Fora do Tarifaço Imposto Pelos EUA

Itens de aviação civil, petróleo, carne bovina e café, que juntos responderam por um terço da pauta de exportações do Brasil para os Estados Unidos, no primeiro semestre deste ano, não estão sujeitos ao tarifaço imposto por aquele país aos produtos brasileiros.

Nesta quarta-feira (15), o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil. Também estão isentos da cobrança extra produtos como celulose, minério de ferro, ferro-gusa, laranja e suco de laranja.

Por outro lado, alguns setores não conseguiram se livrar da taxação, como ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados.

As isenções foram estabelecidas pelos Estados Unidos para aqueles produtos brasileiros que não são produzidos internamente por lá em quantidade suficiente ou a preços razoáveis, evitando assim escassez de determinados produtos no mercado consumidor e perturbações na economia daquele país.

Tarifaço

As tarifas de 25% foram anunciadas nesta quarta-feira (15) e devem entrar em vigor no próximo dia 22, depois de uma investigação do USTR.

O USTR justificou suas taxas dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses.

Já o governo brasileiro repudiou as novas tarifas, disse que não reconhece a legitimidade da investigação do USTR e acrescentou que não há justificativa para essas medidas.

O Brasil informou ainda que “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC [Organização Mundial do Comércio]”.

Setor cafeeiro isento

Entidades representativas do setor cafeeiro, entre elas, a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), celebraram o fato do café brasileiro ter ficado de fora desta tarifação. Elas destacam o trabalho feito em defesa do setor desde do primeiro tarifaço, em 2025, e mais recentemente em 6 e 7 de julho, nas audiências públicas do USTR.

Em comunicado conjunto,elas  manifestaram que o “trabalho conjunto com a National Coffee Association (NCA), tendo fundamental apoio dos importadores dos EUA, resultou em duas vitórias ao café brasileiro: i) a manutenção dos cafés previamente sugeridos na lista de exceção no âmbito da investigação da Seção 301 do USTR; e ii) a ampliação da lista, que incluiu o café solúvel não aromatizado entre os produtos isentos ao tarifaço”.

“Entendemos que essa decisão protege as exportações brasileiras de café – na ordem de US$ 2,0 bilhões a US$ 2,5 bilhões por ano aos EUA, maior consumidor e importador mundial – e reforça a força do Brasil como maior produtor e exportador global, estabelecido como parceiro insubstituível aos norte-americanos”, destacam ainda as entidades, na nota.

Abic, Abics e Cecafé ponderam, entretanto, o fato de existir ainda uma segunda “investigação do USTR na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, a qual pode trazer uma nova possibilidade de tarifas ao café brasileiro, da ordem de 12,5%”.

Diante disso, elas concluem que seguirão “em permanente trabalho de representação da sustentabilidade, da qualidade e da competitividade dos cafés do Brasil em todo o mundo, de maneira que os interesses de todos os atores da cadeia produtiva sejam defendidos e contemplados”.

Fonte: Aduaneiras

Tarifaço de Trump Deve Atingir 36,5% das Exportações do Agro Brasileiro aos EUA, diz CNA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que 36,5% das exportações do agronegócio brasileiro estarão sujeitas ao tarifaço de 25% que será aplicado pelos Estados Unidos a partir da próxima quarta-feira, 22. Os outros 63,5% restantes devem ficar isentos da alíquota adicional.

“Apesar da ampliação da lista de exceções, que passou a incluir produtos importantes do agro brasileiro, como pescados, mel e café solúvel, uma parcela relevante das exportações brasileiras continuará sujeita à medida”, afirmou a diretora de Relações Internacionais da CNA, Sueme Mori, em vídeo divulgado à imprensa.

Mori destacou que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) ampliou as exceções para 2.126 linhas tarifárias, em comparação com a proposta preliminar de taxação divulgada em junho. “Esse resultado é fruto do trabalho realizado pela CNA e por outros representantes do setor privado, que atuaram diretamente junto ao governo americano na defesa técnica dos interesses do agro brasileiro. Segundo os Estados Unidos, a ampliação das exceções reflete a dependência da indústria americana de determinados insumos brasileiros, a insuficiência da oferta doméstica e os possíveis impactos da medida sobre cadeias produtivas consideradas estratégicas para o país”, explicou Mori.

Em 2025, o agronegócio brasileiro exportou US$ 11,409 bilhões em produtos aos Estados Unidos, conforme dados do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (Agrostat). “Em relação aos produtos do setor que serão tarifados, a lista inclui itens de madeira, arroz, uva, ovos, açúcar e outros. Em 2025, esses produtos representaram cerca de US$ 4,6 bilhões em vendas para o mercado norte-americano”, apontou Mori.

Veja a notícia completa em: https://www.estadao.com.br/economia/agronegocios/tarifaco-trump-exportacoes-agro-brasileiro-eua-cna/

Fonte: Aduaneiras

Tarifa Integral e Lista de Exceções Maior: A Expectativa das Empresas para o Novo Tarifaço de Trump

Às vésperas do anúncio da decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, governo e representantes do setor produtivo ainda apostam em roteiro similar ao adotado no ano passado: negociações que miram a ampliação da lista de itens isentos, redução ou reversão da alíquota. Nos bastidores, pessoas a par do assunto avaliaram ao Estadão/Broadcast que o cenário considerado mais provável nesta quarta-feira, 15, prazo final para a determinação do governo americano, é o de incidência integral da tarifa, com a possibilidade de alguns itens a mais na lista de exceções.

“Não vai ter tarifaço, não vai ter tarifaço”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), em São José dos Campos (SP), na segunda-feira, 13. A expectativa do governo é de que, em vez de uma tarifa abrangente, seja possível colocar produtos estratégicos na lista de exceções da taxação.

A proposta apresentada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) é calcada no âmbito da investigação conduzida pela Seção 301, instrumento adotado pelo governo americano para investigar e, se for o caso, aplicar sanções comerciais a países acusados de práticas que podem ser prejudiciais aos interesses das empresas americanas.

O risco neste ano é de que, diferentemente das tarifas impostas em 2025, a Seção 301 tem respaldo jurídico mais forte nos Estados Unidos. Punições baseadas nela têm menor chance de reversão judicial, sendo mais uma ofensiva – com grande teor político – da política comercial de Donald Trump sobre uma série de países.

No caso do Brasil, a investigação dos EUA menciona temas de supostas práticas comerciais desleais; proteção da propriedade intelectual; ferramentas de pagamento eletrônico, citando o Pix; deficiências no combate à corrupção e entraves para o mercado de etanol.

Veja a notícia completa em: https://www.estadao.com.br/economia/tarifa-integral-e-lista-de-excecoes-maior-a-expectativa-das-empresas-para-o-novo-tarifaco-de-trump/

Fonte: Aduaneiras

Novos Mercados e Contratos Ajustados: Como as Empresas Brasileiras Driblaram o Tarifaço de Trump

Um ano após o choque tarifário dos Estados Unidos, empresas brasileiras diversificaram mercados, ajustaram contratos e contaram com linhas de crédito subsidiadas pelo governo para mitigar as perdas, enquanto investidores passaram a precificar com mais rigor a dependência das companhias do mercado americano. As empresas passaram a lidar com um ambiente internacional imprevisível e mais sensível, cenário que não é exclusivo ao Brasil e traz um entrave às decisões de longo prazo.

Com uma nova ameaça tarifária à espreita, o mercado tem mais dispositivos à mão em caso da confirmação da taxa de 25% sobre produtos brasileiros nesta quarta-feira, 15, e deve manter a postura de diversificação de novos mercados e diálogo constante com outros compradores internacionais. Há, porém, receios de mais enfraquecimento da competitividade brasileira, que ainda sofre os efeitos das primeiras tarifas americanas.

Levantamento da ApexBrasil indica que 72% das empresas apoiadas com vendas nos EUA abriram ao menos um novo destino de mercado após agosto de 2025. Eventuais novas tarifas devem reiterar esse movimento, com destaque para as relações com a União Europeia, no âmbito do acordo com o Mercosul.

Mesmo que o País encontre novos mercados, os Estados Unidos seguem como destino fundamental para as exportações brasileiras, o que corrobora os apelos do governo e das empresas que podem ter os negócios afetados. Hoje, é o segundo principal parceiro comercial em bens e maior destino das exportações industriais, atrás apenas da China. O primeiro tarifaço ainda reverbera negativamente nas relações entre os países como um todo – e um adicional tende a deteriorar ainda mais esses vínculos.

Participação dos EUA no comércio exterior do Brasil desaba

Pesquisa da entidade, com dados desde o primeiro semestre de 1997, mostra que a participação dos EUA no comércio exterior brasileiro atingiu a mínima histórica no primeiro semestre deste ano, refletindo os efeitos das imposições comerciais. Os EUA responderam por 9,4% das exportações brasileiras e por 11,1% na corrente de comércio (exportações + importações) com o País, enquanto China (21,9%) e União Europeia (12,8%) despontam à frente das exportações.

Veja a notícia completa em: https://www.estadao.com.br/economia/novos-mercados-e-contratos-ajustados-como-as-empresas-brasileiras-driblaram-o-tarifaco-de-trump/

Fonte: Aduaneiras

Notícia Siscomex TI – 0010 – Atualização sobre Ocorrências Decorrentes da nova Versão do Sistema Portal Único Siscomex

A Gestão do Portal Único Siscomex informa que, em decorrência da nova versão do sistema (Release Paraná) implementada no último domingo 12/07/2026, foram relatados erros nos Sistemas CCT Importação e Siscomex Trânsito. Os relatos estão sendo tratados e decorrem de inconsistências da implantação ou de erro nas mensagens de eventos enviadas via APIs.

A equipe está ciente dos relatos encaminhados pelos usuários e atua em conjunto com a equipe de desenvolvimento do SERPRO para o tratamento das ocorrências. Solicita-se que para cada ocorrência sejam abertos chamados na Central de Serviços Serpro, de forma detalhada e com imagens anexadas demonstrando o ocorrido.

Está prevista, para hoje, início da tarde, a implantação de uma atualização no Portal Único Siscomex contendo correções para a identificação da carga no CCT Importação pelo Siscomex Trânsito.

Entretanto, as seguintes situações permanecem em análise pela equipe de desenvolvimento e continuam sendo objeto de tratamento:

– Entrega intermediária de carga no CCT Importação; e

– Chegada de veículos por meio de eventos da API Recintos.

Destaca-se, que a partir desta release, no encerramento do trânsito, a etapa “chegada de veículo” deve ser sempre informada via API Recintos por meio do evento Acesso Veículo. Não sendo mais permitida a realização dessa etapa pela tela do Siscomex Trânsito (exceto carga destino pátio).

A Gestão do Portal Único Siscomex divulgará uma nova atualização sobre o andamento das correções hoje, às 16h, com informações sobre as ocorrências ainda pendentes.

Fonte: Aduaneiras

Forte Alta nas Importações de Calçados Asiáticos Preocupa Calçadistas e Impõe Desafios à Geração de Empregos no Setor

Brasília – Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), demonstram o avanço das importações de calçados, em especial provenientes da Ásia. No primeiro semestre, foram importados 25,9 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 307 milhões, incrementos de 15,9% e 13%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado. No recorte de junho, as importações somaram 3 milhões de pares e US$ 48,1 milhões, altas de 1% e 7,6%, respectivamente, no comparativo com o mesmo mês de 2025.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o avanço das importações vem preocupando a indústria nacional. “A indústria brasileira enfrenta simultaneamente um mercado interno pressionado, perda de receita externa e aumento da concorrência importada em detrimento do calçado brasileiro, muitas vezes sob práticas de comércio consideradas desleais pela Organização Mundial de Comércio (OMC).”, afirma, ressaltando que a entidade vem alertando o Governo Federal sobre os riscos da “importação predatória”.

Nesse contexto, o dirigente acrescenta que, “somente no primeiro semestre do ano, conforme estimativa da Abicalçados, o setor deixou de criar 7,8 mil postos de trabalho diretos em razão do aumento expressivo das importações”.

A pressão importadora segue concentrada na Ásia, que respondeu por 87,2% dos pares importados pelo Brasil no semestre. A principal origem dos calçados importados foi a China, de onde vieram 9,7 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 26,5 milhões, altas de 27,4% em volume e de 13,3% em valores no comparativo com o mesmo período do ano passado. No recorte de junho, as importações chinesas somaram 408,43 mil pares e US$ 4,14 milhões, altas de 2,3% e 22,9%, respectivamente, ante o mesmo ínterim de 2025

A segunda origem dos calçados importados pelo Brasil no período também é asiática. Entre janeiro e junho, o Vietnã embarcou para o País 6,83 milhões de pares por US$ 150,57 milhões, incrementos de 5,2% e 17,9%, respectivamente, no comparativo com o mesmo período do ano passado. No recorte de junho, as importações do Vietnã somaram 1,23 milhão de pares e US$ 26 milhões, elevações de 4,1% em volume e de 9,8% em receita em relação ao mesmo mês de 2025.

Fechando o ranking dos países que mais importaram para o Brasil no semestre, mais um país asiático. Na primeira parte do ano, a Indonésia exportou ao País 3,68 milhões de pares por US$ 69,24 milhões, incrementos de 14,2% em volume e de 1,9% em receita na relação com intervalo correspondente do ano passado. Já no recorte de junho, as importações da Indonésia somaram 413,24 mil pares e US$ 7,28 milhões, quedas de 37,4% e 18,8%, respectivamente, no comparativo com o mesmo mês de 2025.

Em partes – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc.  as importações do semestre somaram US$ 26,48 milhões, 19,4% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

Exportações caem 17,9%
Se por um lado, as importações seguem tendência de elevação, as exportações de calçados assumem o caminho contrário. Combinação que resultou em uma queda de 55,1% na balança comercial do setor no primeiro semestre, o menor resultado para um primeiro semestre na série histórica da base, iniciada em 1997.

No primeiro semestre, as exportações de calçados somaram 49 milhões de pares e US$ 408,2 milhões, quedas tanto em volume (-7%) quanto em receita (-17,9%) em relação ao mesmo período do ano passado. No recorte de junho, foram embarcados 8,1 milhões de pares por US$ 59,16 milhões, incremento de 18,1% em volume e queda de 15,7% em receita.

Entre janeiro e junho, mesmo com toda a instabilidade provocada pelas tarifas de importação aplicadas ao produto brasileiro, o principal destino dos embarques foi os Estados Unidos. No período, foram embarcados para lá 5,6 milhões de pares, que geraram US$ 85,25 milhões, quedas tanto em volume (-3,6%) quanto em receita (-23,6%) em relação ao mesmo intervalo de 2025. No recorte de junho, as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 20,7% em volume (805,56 mil pares) e 17,9% em receita (US$ 17 milhões) em relação ao intervalo correspondente do ano passado, ainda refletindo a comparação com uma base elevada do mesmo mês do ano anterior.

Na sequência, entre os destinos, aparece a Argentina. No semestre, os hermanos importaram 2,72 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 43,5 milhões, quedas tanto em volume (-57,5%) quanto em receita (-58,1%) em relação ao mesmo período do ano passado. No recorte de junho, as exportações brasileiras para a Argentina registraram 303,5 mil pares e US$ 5,68 milhões, quedas de 54,4% em volume e 43,5% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2025.

Apesar do quadro negativo, alguns mercados ajudaram a amortecer a queda. O Paraguai foi o terceiro destino das exportações brasileiras do primeiro semestre, com a soma de 4,18 milhões de pares e US$ 22,88 milhões. Apesar da queda de 3,8% em volume, houve aumento de 13,1% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado. No recorte de junho, as importações paraguaias de calçados brasileiros somaram 582,55 mil pares e US$ 2,67 milhões, incrementos de 36,9% e 5,2%, respectivamente, no comparativo com o mesmo mês de 2025.

Estados
O maior exportador de calçados do Brasil no primeiro semestre foi o Rio Grande do Sul, que no período embarcou 17,65 milhões de pares, que geraram US$ 201,83 milhões, incremento de 10,6% em volume e queda de 13,2% em receita ante o mesmo ínterim do ano passado.

Na sequência aparece o Ceará. No primeiro semestre, partiram das fábricas cearenses 14 milhões de pares, que geraram US$ 76,86 milhões, quedas de 19,3% e 26,3%, respectivamente, no comparativo com o mesmo intervalo do ano passado.

Fechando o ranking de estados exportadores aparece São Paulo, de onde partiram, no semestre, 2,9 milhões de pares por US$ 41,83 milhões, quedas de 20,6% em volume e de 21% em receita em relação ao mesmo período de 2025.

Fonte: Comex do Brasil

Amcham, CNI e US Chamber of Commerce Conclamam Governos do Brasil e dos EUA a Buscarem Acordo para Evitar novas Tarifas

Brasília – A Amcham Brasil, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a U.S. Chamber of Commerce enviaram hoje (9) uma carta aos governos do Brasil e dos Estados Unidos defendendo a construção de um acordo de curto prazo que contribua para uma solução negociada no âmbito da investigação da Seção 301 envolvendo o Brasil e evite a aplicação de tarifas adicionais sobre produtos brasileiros.

Na carta, as entidades ressaltam que uma solução negociada representa o caminho mais eficaz para fortalecer a competitividade, ampliar oportunidades econômicas e gerar resultados duradouros para a relação bilateral, evitando efeitos indesejados para empresas, trabalhadores e consumidores dos dois países. Também defendem que esse entendimento seja o primeiro passo de uma agenda incremental, estruturada em duas etapas, que permita aprofundar a cooperação econômica entre Brasil e Estados Unidos.

Como prioridade imediata, a carta propõe que as negociações concentrem esforços nos seguintes temas:

  • Ampliar o acesso a mercados para determinados produtos, incluindo insumos industriais, bens de capital e produtos voltados à segurança energética, ao desenvolvimento de data centers e à infraestrutura de inteligência artificial;
  • Aprofundar a cooperação regulatória para facilitar o acesso a mercados em setores como automotivo, produtos para saúde e equipamentos médicos;
  • Apoiar uma extensão de longo prazo da moratória da OMC sobre a não incidência de direitos aduaneiros sobre transmissões eletrônicas;
  • Acelerar o exame de patentes e reduzir o estoque (backlog) de pedidos de patente no Brasil, especialmente nos setores de saúde e biofarmacêutico, bem como fortalecer o combate à pirataria e à contrafação;
  • Avançar em uma cooperação sobre minerais críticos, envolvendo mapeamento geológico conjunto, pesquisa e desenvolvimento, investimentos para processamento e agregação de valor, bem como o desenvolvimento de cadeias bilaterais de fornecimento seguras e resilientes; e
  • Implementar integralmente o Protocolo Anticorrupção do ATEC.

Defesa de uma agenda bilateral ampliada

Em uma segunda etapa, as entidades sugerem que a agenda bilateral seja ampliada para incluir outras áreas de interesse mútuo, como resiliência de cadeias produtivas, segurança energética, economia digital, comércio eletrônico, facilitação de comércio, inovação, descarbonização industrial, transportes, agricultura, produtos farmacêuticos, equipamentos médicos e outras prioridades capazes de aprofundar o comércio e os investimentos bilaterais.

A carta foi encaminhada, no Brasil, ao Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e ao Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Nos Estados Unidos, foi dirigida ao United States Trade Representative (USTR), Jamieson Greer, e ao Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.

“Às vésperas do prazo final da investigação, é essencial um esforço concentrado dos governos do Brasil e dos Estados Unidos para viabilizar um acordo que evite a aplicação das tarifas e abra espaço para uma agenda mais ampla de fortalecimento da relação econômica bilateral”, afirma Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil.

Em conjunto, a Amcham Brasil, a CNI e a U.S. Chamber of Commerce representam milhares de empresas dos dois países e reafirmam seu compromisso com o fortalecimento da parceria econômica entre Brasil e Estados Unidos por meio do diálogo, da negociação e da cooperação entre os setores público e privado.

(*) Com informações da Amcham Brasil

Fonte: Comex do Brasil

Comércio entre Brasil e EUA Atinge o Patamar mais Baixo da História, mostra o Monitor de Comércio da Amcham

Brasília – O comércio entre Brasil e Estados Unidos somou US$ 36,4 bilhões no primeiro semestre de 2026, uma queda de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações brasileiras para o mercado norte-americano no período recuaram 13,0%, para US$ 17,4 bilhões, enquanto as importações caíram 12,5%, totalizando US$ 19,0 bilhões, segundo a edição de janeiro a junho do Monitor do Comércio Brasil-EUA, elaborado pela Amcham Brasil.

O desempenho levou a participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras para 9,4%, o menor percentual da série histórica para um primeiro semestre desde 1997. Na corrente de comércio brasileira, a participação americana também atingiu o menor nível da série, com 11,1%. Apesar da retração, os Estados Unidos permanecem como o segundo principal parceiro comercial do Brasil em bens e maior destino das exportações industriais.

O desempenho contrasta com o crescimento das exportações brasileiras para o mundo (+11,5%) e para parceiros relevantes, como China (+21,9%) e União Europeia (+12,8%) no primeiro semestre de 2026.

“O primeiro semestre confirma que o comércio bilateral atravessa um período de forte pressão e reforça a necessidade de um acordo que evite a aplicação de novas tarifas no âmbito da investigação da Seção 301. Caso sejam implementadas, as sobretaxas poderão comprometer ainda mais as trocas entre Brasil e Estados Unidos”, afirma Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil.

A análise da Amcham mostra que os bens submetidos às sobretaxas responderam pela maior parte da retração das exportações brasileiras no semestre. Enquanto as vendas de produtos sobretaxados caíram 16,6%, as exportações de bens sem sobretaxa recuaram 8,7%.

Entre os produtos sujeitos às tarifas adicionais, os itens enquadrados na tarifa de 10% registraram queda de 25,9%, enquanto os produtos abrangidos pela Seção 232 recuaram 6,7%. Os maiores impactos ocorreram em produtos como semiacabados de ferro e aço (-21,7%), caminhões (-46,7%), madeira (-40,5%) e cobre (-37,4%).

Desde a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, em fevereiro, que revogou as tarifas adicionais aplicadas com base no IEEPA, o universo de produtos brasileiros isentos de sobretaxas aumentou de 382 para 1.488 itens. Ainda assim, permanecem em vigor tarifas adicionais de 10% (Seção 122) e de até 50% para produtos enquadrados na Seção 232, mantendo elevada a pressão sobre parte relevante da pauta exportadora brasileira.

Queda das exportações é interrompida em junho

Apesar do resultado negativo do semestre, junho apresentou um sinal de melhora. As exportações brasileiras para os Estados Unidos cresceram 3,7% em valor na comparação com junho de 2025, interrompendo uma sequência de dez meses consecutivos de queda. O avanço foi sustentado principalmente pelos produtos sem sobretaxa, que cresceram 35,8%, impulsionados por aeronaves (+299,4%) e óleos combustíveis de petróleo (+89,3%). Já os bens sobretaxados continuaram em retração, com queda de 17,0% no mês.

Exportações industriais caem US$ 1,4 bi

O impacto foi particularmente intenso sobre os produtos industriais. Na comparação entre os primeiros semestres de 2026 e 2025, as exportações do setor para os Estados Unidos caíram de US$ 16,0 bilhões para US$ 14,6 bilhões, US$ 1,4 bilhão a menos.

Mesmo com a retração, a indústria de transformação permaneceu como o principal componente das exportações brasileiras para os Estados Unidos, respondendo por 83,9% das vendas ao mercado americano. Alguns dos principais produtos exportados no semestre no setor com alta nas vendas estão aeronaves (+32,9%), equipamentos de engenharia civil (+23,8%) e máquinas de energia elétrica (+16,0%).

Em contrapartida, produtos como petróleo bruto (-30,4%), café não torrado (-34,8%), produtos semiacabados de ferro e aço (-21,7%) e celulose (-9,4%) registraram quedas expressivas.

Audiência da Seção 301

A divulgação do Monitor ocorre em meio às discussões sobre possíveis desdobramentos da investigação conduzida pelos Estados Unidos no âmbito da investigação Seção 301. Na audiência pública realizada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), na última segunda-feira (6), a Amcham defendeu (link para nota) que o diálogo e a negociação bilateral representam o caminho mais eficaz para tratar das preocupações levantadas pelo governo americano e destacou as consequências negativas das tarifas para a economia dos Estados Unidos.

Confira a integra do Monitor de Comércio – edição do 1º semestre de 2026

(*) Com informações da Amcham Brasil

Fonte: Comex do Brasil

Brasil Mira Indústria de Alto Valor Agregado para Ampliar Presença no Mercado Alemão

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou o Perfil de Comércio e Investimentos – Alemanha, apresentando um ecossistema detalhado das oportunidades de acesso ao mercado, do impacto do Acordo Mercosul-União Europeia e da relação entre os dois países. O estudo aponta a Alemanha como a quarta maior parceira econômica do Brasil, com a corrente de comércio alcançando US$ 20,9 bilhões em 2025. Ainda que exista complementaridade econômica entre os dois países, em que o Brasil fornece commodities agrícolas e minerais, enquanto a Alemanha se destaca como importante origem de bens industriais e de alto conteúdo tecnológico, há oportunidades para reequilibrar a pauta exportadora brasileira para o país para incluir produtos de maior valor agregado.

De acordo com o levantamento, as exportações brasileiras para o mercado alemão somaram cerca de US$ 6,5 bilhões em 2025, com pauta relativamente concentrada. O principal produto é o café não torrado, responsável por aproximadamente 35% do total, seguido por minérios de cobre e seus concentrados, farelos de soja, motores de pistão, celulose, produtos químicos e ouro não monetário. A balança comercial bilateral é historicamente deficitária para o Brasil, refletindo o peso das importações de bens industriais alemães de maior valor agregado.

Acesse o estudo

Oportunidades de diversificação

O Mapa de Oportunidades da ApexBrasil identifica espaço concreto para ampliar e diversificar a pauta exportadora brasileira para a Alemanha, especialmente em produtos de maior valor agregado. Há oportunidades relevantes em segmentos como café torrado, extratos e essências, máquinas e aparelhos elétricos, artigos de plástico, pneus de borracha, papel e cartão, produtos de madeira e derivados do café.

O mercado alemão, terceira maior economia do mundo e a maior da União Europeia, apresenta grande escala, elevado poder aquisitivo e forte demanda por insumos agrícolas, matérias-primas industriais e produtos diferenciados. A existência de 12 Projetos Setoriais da ApexBrasil com foco na Alemanha reforça o potencial do país para empresas brasileiras de diferentes complexos produtivos.

Acordo Mercosul-União Europeia e desafios regulatórios

A entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia em 2026 tende a melhorar significativamente as condições de acesso ao mercado alemão, pois prevê eliminação tarifária para produtos industriais e agrícolas, além de maior previsibilidade regulatória. O acordo deve reduzir barreiras e aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no maior bloco econômico europeu.

No entanto, o estudo alerta que o acesso ao mercado alemão está sujeito a normas regulatórias europeias rigorosas, como o Regulamento Antidesmatamento (EUDR) e o Mecanismo de Ajuste de Fronteira de Carbono (CBAM), que podem impactar exportações brasileiras de café, soja, madeira, carne bovina, ferro, aço e alumínio. O atendimento a esses padrões representa desafio, mas também oportunidade para empresas que investem em sustentabilidade, rastreabilidade e certificações ambientais.

Investimentos e parcerias estratégicas

No campo dos investimentos, a Alemanha figura entre os principais investidores estrangeiros no Brasil, com estoque de Investimento Estrangeiro Direto (IED) de aproximadamente US$ 40,5 bilhões em 2024. Empresas alemãs mantêm presença histórica e consolidada em setores como automotivo, químico-petroquímico, farmacêutico, máquinas e equipamentos, energia, logística e tecnologia, com investimentos relevantes em expansão produtiva, inovação e infraestrutura.

O estudo Perfil de Comércio e Investimentos – Alemanha já está disponível no portal da ApexBrasil, e oferece um guia completo para empresas que desejam explorar as quase 400 oportunidades identificadas no mercado alemão, seja por meio de exportações, seja por meio de investimentos ou parcerias tecnológicas.

Brasil, país parceiro da Hannover Messe 2026

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) está na linha de frente da organização da participação do Brasil como país parceiro oficial na Hannover Messe 2026, a maior feira industrial do mundo. A presença brasileira no evento reflete uma decisão estratégica da direção da Agência, que vem construindo essa parceria há 2 anos, em sintonia com a retomada da política industrial do país promovida pelo presidente Lula, que recriou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, hoje liderado pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, recolocando a indústria no centro do projeto de desenvolvimento nacional.

Com o programa Nova Indústria Brasil (NIB), implementado pelo governo federal e liderado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o país voltou a contar com uma política industrial estruturada, orientada por inovação, competitividade, sustentabilidade e adensamento das cadeias produtivas. Em 2024, primeiro ano da NIB, a produção industrial brasileira cresceu 3,1%. O programa prevê aportes provenientes do BNDES de R$ 370 bilhões até o final de 2026.

Na feira, o Brasil contará com 6 pavilhões, com mais de 140 empresas expositoras, sendo mais de 300 empresas apoiadas. O país ocupará uma área de mais de 2.700 m² de exposição, dividida nos seguintes halls temáticos: Startups, Pesquisa & Hidrogênio (Hall 11); Energia & Armazenamento (Hall 12); Digitalização & Software (Hall 16); Soluções Industriais & Economia Circular (Hall 17); Automação, Robótica, IA & Segurança Digital (Hall 26); Componentes & Automação (Hall 27). O objetivo é ampliar a visibilidade internacional da indústria brasileira, mostrar a integração do ecossistema brasileiro e reforçar o posicionamento do país como destino de investimentos, tecnologia e negócios.

Como país parceiro oficial da Hannover Messe, o Brasil se apresenta ao mundo como uma potência industrial sustentável, inovadora e competitiva. Unimos a força da nossa indústria, a criatividade das nossas startups, a excelência dos nossos centros de pesquisa e a abundância da nossa matriz energética limpa para oferecer soluções concretas em digitalização, transição energética, descarbonização e manufatura avançada. Do hidrogênio sustentável à inteligência artificial aplicada à indústria, da economia circular à logística sustentável, o Brasil é parceiro estratégico para quem quer produzir com eficiência, tecnologia e responsabilidade ambiental.

A realização desta iniciativa conta com o apoio de importantes instituições que refletem a diversidade e a força do setor produtivo brasileiro. Como parceiros institucionais, destacam-se o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e a Vale. Na categoria de patrocinadores, participam o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e a Volkswagen. A iniciativa conta ainda com o apoio de instituições estratégicas para a indústria, a inovação e a cooperação internacional, como a Embraer, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Brasil), a Deutsche Messe, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE) e a Softex, evidenciando a ampla articulação entre governo, setor produtivo e entidades representativas em torno de uma agenda comum de inovação, sustentabilidade e inserção internacional do Brasil.

Fonte: Apex-Brasil